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Manifestações clínicas de toxicidade

Os sinais e sintomas de sobredosagem por efedrina variam de acordo com a via de administração da mesma. Geralmente resultam de uma exacerbação dos efeitos adversos.

Via Oral

       

  • Hipertensão arterial

  • Taquicardia

  • Arritmia ventricular

  • Dor torácica

  • Enfarte Agudo do Miocárdio

  • Enfarte hemorrágico ou isquémico

A nível cardíaco[1]:

  • Broncodilatação

  • Estimulação respiratória

  • Edema pulmonar

  • Apneia

A nível respiratório:

  • Estimulação do SNC

  • Dores de cabeça

  • Ansiedade

  • Agitação

  • Insónias

  • Tremor

  • Confusão mental

  • Alucinações

  • Psicose paranóica

  • Convulsões

A nível neurológico [2;3]:

  • Estimulação dos receptores alfa e beta do sistema nervoso simpático

  • Taquicardia

  • Hipertensão arterial

  • Tremor

  • Suor

  • Midríase

A nível do sistema nervoso periférico autónomo:

  • Relaxamento do músculo liso

A nível do sistema nervoso periférico motor:

  • Náuseas

  • Vómitos

A nível do sistema gastrointestinal:

  • Relaxamento do músculo detrusor

  • Aumento da contração do esfíngter da vesícula (ação agonista alfa)

  • Retenção aguda de urina

A nível do sistema urinário:

  • Inibição da secreção de insulina

A nível do sistema endócrino:

  • Leucopenia

  • Perturbações ácido-base

  • Acidose Metabólica

  • Perturbações eletrolíticas

  • Hipocalémia

  • Hiperglicémia

A nível hematológico:

Uso Nasal

  • Efeito rebound: congestão nasal e rinorreia

  • Vasoconstrição

  • Isquemia local [5]

Via Parentérica

  • Hemorragia intracerebral

  • Aumento da pressão arterial

  • Arritmias [2]

Uso Cutâneo

  • Dermatites de contacto [4]

Referências bibliográficas:

[1] Ellenhorn M.J., et al. (1988) Medical Toxicology – Diagnosis and treatment of human poisoning, 521-543.

[2] Perrotta, D. M., et al. "Adverse events associated with ephedrine-containing products-Texas, December 1993 September 1995 (Reprinted from MMWR, vol 45, pg 689-693, 1996)." JAMA-JOURNAL OF THE AMERICAN MEDICAL ASSOCIATION 276.21 (1996): 1711-1712.

[3] Shufman, N. E., et al. "Ephedrine psychosis." Harefuah 127.5-6 (1994): 166-8.

[4] Tomb, Roland R., et al. "Systemic contact dermatitis from pseudoephedrine." Contact dermatitis 24.2 (1991): 86-88.

[5] Parfitts K. (1999), Martindale: The Extra Pharmacopoeia, 31 Ed, The pharmaceutical Press, London

[6]INCHEM, "Ephedrine: Kinetics" (http://www.inchem.org/documents/pims/pharm/pim209.htm#SectionTitle:6.1  Absorption by route of exposure, consultado a 14/04/2017)

Trabalho  realizado no âmbito da Unidade Curricular de Toxicologia Mecanística no ano lectivo 2016/2017 do Curso de Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (FFUP). Este trabalho  tem a responsabilidade pedagógica e científica do  Prof. Doutor Fernando  Remião (remiao@ff.up.pt) do Laboratório de Toxicologia da FFUP.

EFEDRINA© | 2017

Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto

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